Entrevista com a escritora Ester Oliveira, com apenas 25 anos, ela ganhou em duas categorias do Concurso Escritores de Ouro 2020. Ficou em 1º Lugar com o livro Colecionadora de Defeitos (Categoria Extra) e em 2º Lugar com o livro O Tesouro de Amélia (Categoria Fantasia e Aventura), realmente é impressionante o talento de Ester. Confira as perguntas e resposta:
1- Quando você começou a escrever? E qual foi o motivo?
Eu escrevo desde que eu me lembro, sério! Pra mim sempre foi algo muito
natural, a vida toda escrevi diários, e logo aos seis anos criei uma fanfic do
ursinho Pooh! Mas comecei a escrever a sério, e mostrar pras pessoas, no
ano passado. Depois que o meu filho nasceu, passei a abrir mão de tantas
coisas, que eu queria muito ter algo meu, algo pra me trazer realização
pessoal, e foi aí que eu decidi investir naquilo que eu mais gostava de
fazer, e que eu acreditava que era realmente boa.
2- Qual assunto você mais gosta de escrever?
Sobre adolescência, eu acho, porque foi uma fase muito especial pra mim,
e muito cheia de aventuras. Mas também gosto de escrever sobre
natureza, e coisas mágicas; em parte, é por isso que a maioria das minhas
histórias tem essa pegada de conto de fadas.
3- Você escuta música quando está escrevendo? Qual gênero
normalmente escuta?
Não escuto — pasmem — porque preciso de silêncio pra ouvir as vozes
dentro da minha cabeça! Eu penso muitas coisas, e muito rápido, e essa
interferência externa costuma embaralhar minhas ideias! Mas nas raras
ocasiões em que eu escuto, é sempre Linkin Park. Ou covers de
violoncelo!
4- Inspirações? Algo de momento? Alguma pessoa? Fica planejando
muito antes de escrever? Se influencia em algo?
Eu não tenho uma “musa inspiradora”, só viajo nas situações cotidianas
mesmo. Vejo uma pedra interessante, penso “e se essa pedra fosse
amaldiçoada”, vejo uma lua bonita e penso “e a se luz da lua me guiasse
pro meio da floresta, o que eu encontraria lá”, e por aí vai
E agora vem a controvérsia, eu não gosto de planejar antes de escrever.
Quando eu tenho a história muito elaborada, eu sinto que estou
recontando algo que ouvi em algum lugar, e que não está ficando tão bom
quanto a versão original. Sem falar que eu protelo muito em achar as
soluções pros acontecimentos se não estiver de fato escrevendo. Então,
pra mim, funciona melhor ir seguindo o fluxo, escrevendo meio “na doida”
e resolvendo os conflitos na hora em que eles aparecem. Mas, claro, eu
parto de uma ideia base. Costumo ter em mente o que eu quero com
aquela história, e o que seria interessante colocar, e daí pra frente vou
vendo pra onde a história quer ir.
5- Você acha que alguma das histórias de seu livro te define ou algum
dos personagens é mais parecido com você?
A Lia, de Quase Inconsciente, é muito parecida comigo em quase tudo, até
porque a personagem é inspirada no meu eu adolescente. Mas é diferente
em alguns aspectos também, pois ao longo da história ela meio que criou
vida própria.
Já “O Tesouro de Amélia” é o reflexo exato do que eu tava vivendo no
momento em que escrevi. Muitas das cartas e diários são reais, e muitos
dos acontecimentos relatados também. Pra falar a verdade, aquele livro é
a minha alma em brochura com laminação fosca!
6- Teve bloqueios e dificuldades quando estava escrevendo? Tem
algum exemplo das dificuldades que encontrou?
Eu sempre tenho bloqueio por volta do capítulo 8, em todo livro! Como eu
não faço um planejamento elaborado, sempre chega um momento em que
eu preciso decidir de vez qual é o plot e como ele vai ser resolvido, e
sempre encontro alguns impasses e contradições. Por exemplo, em Quase
Inconsciente, a ideia original era um grupo de amigos que jogariam um
jogo de RPG, mas iriam parar, misteriosamente, dentro do cenário do jogo.
Mas esse grupo de amigos começou a se formar no início do livro, então,
quando chegou o momento deles idealizarem o jogo, não eram assim tão
próximos ainda, e me parecia estranho eles simplesmente começarem a
jogar um jogo do nada, quando eles nem tinham tanta intimidade assim
uns com os outros.
E foi por isso que decidi abandonar de vez a ideia do RPG, e seguir
somente com a construção desse relacionamento entre eles, e o conflito
entre eles e uma criatura que os aterroriza em sonhos (que seria o
monstro do RPG, mas acabou se tornando só um monstro da vida normal
mesmo!).
Depois que eu entendi que a ideia inicial não ia rolar, tudo fluiu muito
melhor, e algumas das minhas cenas favoritas no livro todo vieram à tona.
O bloqueio foi superado.
7- Estratégias para escrever? Quais?
Pra mim escrever não tem um segredo, uma técnica super sofisticada ou
algo assim. Acho que a única recomendação que eu dou sempre, é
escrever sobre algo que te deixa muito animado, que você ama muito e
que te motiva a continuar. Pra que qualquer projeto dê certo, você tem que
escrever com frequência, se possível todos os dias, e você não vai sentir
vontade de escrever se o assunto for chato.
8- Que programa você usa para escrever?
O word online. Depois de perder vários livros por problema no computador,
eu sempre, sempre escrevo online.
9- Em quais plataformas o seu livro está publicado?
Na amazon e wattpad.
10- Você tem livro físico?
Tenho no Clube de Autores, mas a plataforma não me agrada tanto, e
ainda estou estudando outras possibilidades de impressão com um preço
mais acessível (quem souber me avisa!).
11- De todos os seus personagens, qual o seu favorito?
Bom, os personagens são todos como filhos que você ama muito, de
maneiras diferentes. Mas não tem como, eu tenho um carinho muito
grande pela Colecionadora de Defeitos. Não sei se é minha favorita, mas é
por causa dela que tudo começou, e eu sempre tenho uma sensação
muito boa de nostalgia quando leio o livro que ela protagoniza.
12- Quantos livros você já escreveu?
Na adolescência uns três ou quatro, mas perdi todos. Aí deixei de escrever
por um bom tempo, e desde que voltei, no ano passado, tenho três livros
completos, e um em andamento (todos estão no wattpad, pra quem quiser
conferir).
13- Tem planos de escrever mais livros? Pode falar o que planeja?
Com certeza! Eu tenho muitas ideias, muitas mesmo. A curto prazo,
pretendo terminar a saga “Lendas do Bosque”, que é o projeto em que
estou trabalhando atualmente (o primeiro livro já está finalizado, e sendo
publicado aos domingos no wattpad), e o segundo provavelmente
escreverei em julho. E terminar também “As Aventuras de Max e Lunna ao
Redor do Sol”, que deixei de lado por um tempo, mas é uma ideia
fantástica que não quero abandonar.
14- Escrever mudou alguma coisa na sua vida? O que?
Acho que investir no meu sonho me trouxe um tipo de realização pessoal
que contagia todos ao meu redor. É lindo de ver, alguém que tem paixão
em fazer alguma coisa.
15- Qual é o seu sonho como escritora?
Antes de mais nada, provar pras pessoas que seguir o que você acredita
nunca é em vão. Falo isso porque as pessoas criticam muito quem produz
arte em geral. Mas, é claro, eu também tenho os sonhos que todos
compartilhamos, de ser reconhecida pelo meu trabalho, de que as pessoas
realmente gostem das minhas histórias, que as coisas que eu escrevo
possam trazer algum acalento pros outros também.
16- Quais seus medos como escritora?
Frustrar a expectativa das pessoas. Tipo, eu falar muito bem do meu livro,
e quando a pessoa for ler, ela não achar que é tudo aquilo, sabe.
Especialmente as pessoas cuja opinião e importante pra mim, meu
amigos.
17- Defina você como escritora?
Antes de mais nada, acho que eu sou muito simples e verdadeira. Sempre
escrevo aquilo que está no meu coração, e sempre tento escrever da
forma mais clara e objetiva, pra que qualquer pessoa que leia entenda o
que o texto quer passar. Eu acredito muito que a literatura tem que ser
acessível e compreensível pra todos, então não esperem nada muito
sofisticado de mim.
18- O que acharia se seu livro se tornasse filme? Teria medo de mudarem
muito a história do livro? Ou ia ser um sonho? Quem você ia querer que
participasse das gravações?
Seria um sonho! Com certeza eles mudariam, sempre mudam! Mas ainda
assim, sendo forma em Direção de Arte, que, pra quem não sabe, trabalha
justamente com a as visualidades da cena, o conceito de um espetáculo,
seria maravilhoso ver ao vivo os cenários, figurinos e situações que eu
criei! Eu queria eu mesma poder participar da produção!
19- Fale um pouco do seu livro
Então, eu tenho quatro atualmente, mas vou falar sobre a Colecionadora,
porque foi ele que ganhou o concurso e também é ele que tem mais
visualizações na plataforma. Já de cara eu digo que nunca esperei que
esse livro tivesse uma aceitação tão grande! A Colecionadora é um livro
muito lúdico, colorido, que puxa muito pra fantasia, tem muita mágica
envolvida, muitas criaturas místicas, dimensões diferentes, e por esses
motivos beira o infantil, então, nunca me ocorreu que as pessoas mais
velhas pudessem gostar dele, mas enfim, aconteceu e eu estou surpresa
de um modo muito feliz! A Colecionadora de Defeitos é uma menina muito
especial e excêntrica, que acredita que ter características diferentes é uma
coisa boa. Ela ama os “defeitos”, as coisas incomuns que todos temos. E
por ser uma pessoa tão incrível, ela é chamada pelos Espíritos Primitivos
da Natureza para partir em uma jornada pela descoberta dos Três
Segredos que regem o mundo, e que ela precisa proteger, pois, do
contrário, toda a humanidade corre sério perigo.
Dentro dessa jornada, ela encontra bons amigos, vence desafios, é
colocada à prova, se apaixona... Tudo o que não pode faltar em uma boa
aventura épica. Espero muito que vocês leiam esse livro, e comentem
comigo o que acharam, porque esse retorno é muito importante pra
qualquer escritor! Então, é isso! Leiam e me digam se vocês acham que a
história é tudo isso que eu disse (e espero que sim!).
No mais, agradeço a oportunidade de estar aqui na página, essa é
literalmente a primeira vez que eu ganho qualquer coisa na vida, e estou
muito emocionada e contente! Obrigada.
1- Quando você começou a escrever? E qual foi o motivo?
Eu escrevo desde que eu me lembro, sério! Pra mim sempre foi algo muito
natural, a vida toda escrevi diários, e logo aos seis anos criei uma fanfic do
ursinho Pooh! Mas comecei a escrever a sério, e mostrar pras pessoas, no
ano passado. Depois que o meu filho nasceu, passei a abrir mão de tantas
coisas, que eu queria muito ter algo meu, algo pra me trazer realização
pessoal, e foi aí que eu decidi investir naquilo que eu mais gostava de
fazer, e que eu acreditava que era realmente boa.
2- Qual assunto você mais gosta de escrever?
Sobre adolescência, eu acho, porque foi uma fase muito especial pra mim,
e muito cheia de aventuras. Mas também gosto de escrever sobre
natureza, e coisas mágicas; em parte, é por isso que a maioria das minhas
histórias tem essa pegada de conto de fadas.
3- Você escuta música quando está escrevendo? Qual gênero
normalmente escuta?
Não escuto — pasmem — porque preciso de silêncio pra ouvir as vozes
dentro da minha cabeça! Eu penso muitas coisas, e muito rápido, e essa
interferência externa costuma embaralhar minhas ideias! Mas nas raras
ocasiões em que eu escuto, é sempre Linkin Park. Ou covers de
violoncelo!
4- Inspirações? Algo de momento? Alguma pessoa? Fica planejando
muito antes de escrever? Se influencia em algo?
Eu não tenho uma “musa inspiradora”, só viajo nas situações cotidianas
mesmo. Vejo uma pedra interessante, penso “e se essa pedra fosse
amaldiçoada”, vejo uma lua bonita e penso “e a se luz da lua me guiasse
pro meio da floresta, o que eu encontraria lá”, e por aí vai
E agora vem a controvérsia, eu não gosto de planejar antes de escrever.
Quando eu tenho a história muito elaborada, eu sinto que estou
recontando algo que ouvi em algum lugar, e que não está ficando tão bom
quanto a versão original. Sem falar que eu protelo muito em achar as
soluções pros acontecimentos se não estiver de fato escrevendo. Então,
pra mim, funciona melhor ir seguindo o fluxo, escrevendo meio “na doida”
e resolvendo os conflitos na hora em que eles aparecem. Mas, claro, eu
parto de uma ideia base. Costumo ter em mente o que eu quero com
aquela história, e o que seria interessante colocar, e daí pra frente vou
vendo pra onde a história quer ir.
5- Você acha que alguma das histórias de seu livro te define ou algum
dos personagens é mais parecido com você?
A Lia, de Quase Inconsciente, é muito parecida comigo em quase tudo, até
porque a personagem é inspirada no meu eu adolescente. Mas é diferente
em alguns aspectos também, pois ao longo da história ela meio que criou
vida própria.
Já “O Tesouro de Amélia” é o reflexo exato do que eu tava vivendo no
momento em que escrevi. Muitas das cartas e diários são reais, e muitos
dos acontecimentos relatados também. Pra falar a verdade, aquele livro é
a minha alma em brochura com laminação fosca!
6- Teve bloqueios e dificuldades quando estava escrevendo? Tem
algum exemplo das dificuldades que encontrou?
Eu sempre tenho bloqueio por volta do capítulo 8, em todo livro! Como eu
não faço um planejamento elaborado, sempre chega um momento em que
eu preciso decidir de vez qual é o plot e como ele vai ser resolvido, e
sempre encontro alguns impasses e contradições. Por exemplo, em Quase
Inconsciente, a ideia original era um grupo de amigos que jogariam um
jogo de RPG, mas iriam parar, misteriosamente, dentro do cenário do jogo.
Mas esse grupo de amigos começou a se formar no início do livro, então,
quando chegou o momento deles idealizarem o jogo, não eram assim tão
próximos ainda, e me parecia estranho eles simplesmente começarem a
jogar um jogo do nada, quando eles nem tinham tanta intimidade assim
uns com os outros.
E foi por isso que decidi abandonar de vez a ideia do RPG, e seguir
somente com a construção desse relacionamento entre eles, e o conflito
entre eles e uma criatura que os aterroriza em sonhos (que seria o
monstro do RPG, mas acabou se tornando só um monstro da vida normal
mesmo!).
Depois que eu entendi que a ideia inicial não ia rolar, tudo fluiu muito
melhor, e algumas das minhas cenas favoritas no livro todo vieram à tona.
O bloqueio foi superado.
7- Estratégias para escrever? Quais?
Pra mim escrever não tem um segredo, uma técnica super sofisticada ou
algo assim. Acho que a única recomendação que eu dou sempre, é
escrever sobre algo que te deixa muito animado, que você ama muito e
que te motiva a continuar. Pra que qualquer projeto dê certo, você tem que
escrever com frequência, se possível todos os dias, e você não vai sentir
vontade de escrever se o assunto for chato.
8- Que programa você usa para escrever?
O word online. Depois de perder vários livros por problema no computador,
eu sempre, sempre escrevo online.
9- Em quais plataformas o seu livro está publicado?
Na amazon e wattpad.
10- Você tem livro físico?
Tenho no Clube de Autores, mas a plataforma não me agrada tanto, e
ainda estou estudando outras possibilidades de impressão com um preço
mais acessível (quem souber me avisa!).
11- De todos os seus personagens, qual o seu favorito?
Bom, os personagens são todos como filhos que você ama muito, de
maneiras diferentes. Mas não tem como, eu tenho um carinho muito
grande pela Colecionadora de Defeitos. Não sei se é minha favorita, mas é
por causa dela que tudo começou, e eu sempre tenho uma sensação
muito boa de nostalgia quando leio o livro que ela protagoniza.
12- Quantos livros você já escreveu?
Na adolescência uns três ou quatro, mas perdi todos. Aí deixei de escrever
por um bom tempo, e desde que voltei, no ano passado, tenho três livros
completos, e um em andamento (todos estão no wattpad, pra quem quiser
conferir).
13- Tem planos de escrever mais livros? Pode falar o que planeja?
Com certeza! Eu tenho muitas ideias, muitas mesmo. A curto prazo,
pretendo terminar a saga “Lendas do Bosque”, que é o projeto em que
estou trabalhando atualmente (o primeiro livro já está finalizado, e sendo
publicado aos domingos no wattpad), e o segundo provavelmente
escreverei em julho. E terminar também “As Aventuras de Max e Lunna ao
Redor do Sol”, que deixei de lado por um tempo, mas é uma ideia
fantástica que não quero abandonar.
14- Escrever mudou alguma coisa na sua vida? O que?
Acho que investir no meu sonho me trouxe um tipo de realização pessoal
que contagia todos ao meu redor. É lindo de ver, alguém que tem paixão
em fazer alguma coisa.
15- Qual é o seu sonho como escritora?
Antes de mais nada, provar pras pessoas que seguir o que você acredita
nunca é em vão. Falo isso porque as pessoas criticam muito quem produz
arte em geral. Mas, é claro, eu também tenho os sonhos que todos
compartilhamos, de ser reconhecida pelo meu trabalho, de que as pessoas
realmente gostem das minhas histórias, que as coisas que eu escrevo
possam trazer algum acalento pros outros também.
16- Quais seus medos como escritora?
Frustrar a expectativa das pessoas. Tipo, eu falar muito bem do meu livro,
e quando a pessoa for ler, ela não achar que é tudo aquilo, sabe.
Especialmente as pessoas cuja opinião e importante pra mim, meu
amigos.
17- Defina você como escritora?
Antes de mais nada, acho que eu sou muito simples e verdadeira. Sempre
escrevo aquilo que está no meu coração, e sempre tento escrever da
forma mais clara e objetiva, pra que qualquer pessoa que leia entenda o
que o texto quer passar. Eu acredito muito que a literatura tem que ser
acessível e compreensível pra todos, então não esperem nada muito
sofisticado de mim.
18- O que acharia se seu livro se tornasse filme? Teria medo de mudarem
muito a história do livro? Ou ia ser um sonho? Quem você ia querer que
participasse das gravações?
Seria um sonho! Com certeza eles mudariam, sempre mudam! Mas ainda
assim, sendo forma em Direção de Arte, que, pra quem não sabe, trabalha
justamente com a as visualidades da cena, o conceito de um espetáculo,
seria maravilhoso ver ao vivo os cenários, figurinos e situações que eu
criei! Eu queria eu mesma poder participar da produção!
19- Fale um pouco do seu livro
Então, eu tenho quatro atualmente, mas vou falar sobre a Colecionadora,
porque foi ele que ganhou o concurso e também é ele que tem mais
visualizações na plataforma. Já de cara eu digo que nunca esperei que
esse livro tivesse uma aceitação tão grande! A Colecionadora é um livro
muito lúdico, colorido, que puxa muito pra fantasia, tem muita mágica
envolvida, muitas criaturas místicas, dimensões diferentes, e por esses
motivos beira o infantil, então, nunca me ocorreu que as pessoas mais
velhas pudessem gostar dele, mas enfim, aconteceu e eu estou surpresa
de um modo muito feliz! A Colecionadora de Defeitos é uma menina muito
especial e excêntrica, que acredita que ter características diferentes é uma
coisa boa. Ela ama os “defeitos”, as coisas incomuns que todos temos. E
por ser uma pessoa tão incrível, ela é chamada pelos Espíritos Primitivos
da Natureza para partir em uma jornada pela descoberta dos Três
Segredos que regem o mundo, e que ela precisa proteger, pois, do
contrário, toda a humanidade corre sério perigo.
Dentro dessa jornada, ela encontra bons amigos, vence desafios, é
colocada à prova, se apaixona... Tudo o que não pode faltar em uma boa
aventura épica. Espero muito que vocês leiam esse livro, e comentem
comigo o que acharam, porque esse retorno é muito importante pra
qualquer escritor! Então, é isso! Leiam e me digam se vocês acham que a
história é tudo isso que eu disse (e espero que sim!).
No mais, agradeço a oportunidade de estar aqui na página, essa é
literalmente a primeira vez que eu ganho qualquer coisa na vida, e estou
muito emocionada e contente! Obrigada.
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